
Vale a pena falar um pouco dela - um pouco? ? ? Sim. . . Porque por mais que se fale dessa mulher incrível seria pouco mediante a sua grandiosidade.
Juliete teve 07 filhos: Asbel, Adiel, Azael, Abnel, Francisco, Zilpa e Leida Julieta Ariosa Fárina.
A família Ariosa foi uma benção em Valença - Rio de Janeiro mas, antes de mais nada, vamos falar um pouco sobre essa cidade localizada no Vale do Paraíba Fluminense.
Valença possui uma área de 1308,1 km² (a segunda maior do estado do Rio de Janeiro). A cidade possui 6 distritos:
A cidade recebeu esse nome em homenagem ao vice-rei, D. FERNANDO JOSE de Portugal - que nasceu em Valença de Portugal. D. Fernando José mandou que Padre Gomes Leal construísse a primeira Igreja na Vila. Como o Brasil passava pela catequização dos índios, o primeiro batizado Coroados foi o cacique Tanguara. Também foi nessa mesma época que foi inaugurado o primeiro cemitério, ao lado da Capela Católica, onde está a antiga Caixa D'água.
Cheio de casas históricas, Valença - RJ é conhecida pelos seus talentos, sua beleza, ecoturismo e educação, uma cidade referência no interior do Rio de Janeiro. Atualmente a sua economia está voltada especialmente para a agropecuária e para o pólo universitário existente na sede municipal. Venha conhecer melhor cada uma dessas curiosidades. . .

Vamos voltar a falar da família Ariosa Farina . . .


"- Chafariz da Praça XV de Novembro (Jardim de Baixo). Inaugurado em 02 de dezembro de 1850, em comemoração ao aniversário do Imperador D.Pedro II, foi construído por Chrispim Corrêa da Silva. Ao lado do Chafariz existia um tanque de pedra que servia de bebedouro dos animais e para as lavadeiras executarem suas tarefas nas lavagens de roupas."
Fonte: https://valencaculturaeturismo.blogspot.com/2009/10/historia-de-valenca.html
"Outro feito significativo e de grande importância para a região foi em 19 de junho de 1865, o esforço que empreendeu em conjunto com outros abnegados homens públicos, para a instalação da Estrada de Ferro União Valenciana. Juntaram-se aos esforços do Visconde do Rio Preto, a Câmara Municipal, e o espírito desbravador de Manoel Antônio Esteves, português, comerciante da vizinha cidade de Vassouras e proprietário da Fazenda Santo Antônio do Paiol, em Valença. Em 18 de maio de 1871, estava aberta ao tráfego a Estrada de Ferro União Valenciana, a primeira estrada de bitola estreita construída no Brasil, tendo, em sua inauguração, a presença do Imperador. A estrada de ferro saía de Barão de Juparanã, da Estrada de Ferro D. Pedro II, passando por Valença, indo até a fronteira da Província de Minas Gerais, favorecendo o escoamento da produção de café e o progresso da região. Os seus primeiros administradores foram o engenheiro Dr. Herculano Velloso Ferreira Penna, que também foi seu construtor, o comendador Pedro Moreno de Alagão, Dr. João Gomes Ribeiro do Val, Dr. João Carvalho Borges Jr. e Dr. Antônio de Noronha Gomes da Silva. A referida estrada em 12 de outubro de 1910, foi vendida a estrada de Ferro Central do Brasil."
Fonte: https://valencaculturaeturismo.blogspot.com/2009/10/historia-de-valenca.html

"Até então o calçamento da cidade, realizado por iniciativa particular, com a ajuda dos escravos, era apenas constituído de pedras de alvenaria, espécie de calçamento conhecido pela denominação pitoresca de pé-de-moleque, feito de pedras soltas, quase arredondadas, irregulares e de dimensões diversas, sobre a terra dura, salientes, mostrando-nos, em torno, a fertilidade do solo pela abundância do capim ou da tiririca vicejante. Algumas ruas ainda conservam essa espécie de calçamento."
Fonte: https://www.geocities.ws/leoni_iorio_valenca_div2/valenca_livro_cidade_parte_3.htm#calcamento_urbano

Fonte: foursquare Fonte: foursquare
"O benemérito Visconde do Rio Preto, à sua própria custa, conseguiu captar o manancial das Laranjeiras, e como a cidade não possuísse rede de encanamento, doou à municipalidade, em 1863, canos e torneiras, ficando apenas com direito a uma pena d’água gratuita para o seu palacete, na praça que hoje lhe tem o nome".
Fonte:https://www.geocities.ws/leoni_iorio_valenca_div2/valenca_livro_cidade_parte_3.htm
O primeiro prédio público que passou a usar a energia elétrica foi a Igreja Presbiteriana;

"Outro morador ilustre do palacete foi o Comendador Antônio Jannuzzi, construtor italiano responsável por inúmeros projetos na então capital federal do Rio de Janeiro, no princípio do século XX. Atualmente o prédio é ocupado pelo Colégio Estadual Theodorico Fonseca."
Fonte: https://www.portalvalencarj.com.br/praca-visconde-do-rio-preto-jardim-de-cima/
"- Em 8 de dezembro de 1919, inaugurava-se, com estilo campestre suíço, o belo prédio do Hotel Valenciano, obra realizada pelos competentes construtores Antônio Jannuzzi & Companhia do Rio de Janeiro. Foi uma noite animada em que a dança tomou conta da família valenciana até altas horas da madrugada."

Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hotel_Valenciano.jpg
A primeira fábrica de tecidos foi construída onde é o BRAMIL, a obra foi pedida pelo Nilo Peçanha em agradecimento por Valença votar em massa para sua eleição a Governador, também comprou a estrada União Valenciana para ser transformada em Central do Brasil e determinou que as oficinas fossem para Valença e não Paraiba do Sul.
"Em 1906 a criada a Cia. Industrial Valença de Tecelagem, após árduas negociações encabeçadas pelo Sr. Jose Fonseca".
Fonte: https://www.portalvalencarj.com.br/cronologia-valenca-rj/
Resende tentou se separar do Estado do Rio e Valença apoiou formando as Províncias de Resende e Valença com sede na Vila de Barra Mansa;
No final do século 18 e boa parte do século 19, vimos o crescimento das plantações de café nas sesmarias, que promoveu uma verdadeira transformação econômica e trouxe muita riqueza para a região. A riqueza das fazendas trouxe o desenvolvimento econômico, com a chegada da ferrovia e construção dos casarões históricos, que serviam de moradia para os barões do café. Mas o abolição da escravatura - que ocorreu no período em que começava a colheita de café e o fim do ciclo do café na região interromperam esse crescimento. O café “sumiu” do Vale do Café no Rio de Janeiro, e Valença quebrou literalmente onde mais de 80% da população passou fome e precisou o governo do estado do Rio comprar toucinho enlatado dos Estados Unidos para evitar mortandade dos Valencianos.
Essa é uma singela homenagem do CEO do grupo AW de Comunicação, Abraão Farina, com informações coletadas pelos familiares e através de pesquisa na internet à todas as MATRIARCAS, mulheres guerreiras, de fibra, que contribuíram para o desenvolvimento desse país. FELIZ DIA DAS MÃES!!!