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Infestação de cigarrinhas-do-milho em SC recua 14,3% na última semana
Foto: Divulgação/EpagriA incidência de cigarrinhas-do-milho nas lavouras catarinenses apresentou redução de 14,3% em comparação com a semana anteri...
30/03/2026 19h44
Por: Redação Fonte: Secom SC

Foto: Divulgação/Epagri

A incidência de cigarrinhas-do-milho nas lavouras catarinenses apresentou redução de 14,3% em comparação com a semana anterior. Os dados apresentados pelo Programa Monitora Milho SC indicam um recuo do inseto, cuja média de infestação é de 120 cigarrinhas por local. A redução é ainda mais significativa quando comparada há quatro semanas, quando a média estadual atingiu o maior índice desta safra, chegando a 180 insetos por armadilha. 

O resultado é comemorado pela pesquisadora da Epagri/Cepaf, Maria Cristina Canale, responsável pelo Programa Monitora Milho SC. Segundo ela, “embora o número ainda seja elevado é importante planificar o período de entressafra, por isso, quanto menos insetos estiverem no ambiente ao final da safrinha, melhor”. A pesquisadora destaca que a maioria das lavouras se encontra no período reprodutivo, ou seja, já passou pela fase crítica das infecções. “Como as plantas não estão na fase mais severa para a transmissão de enfezamentos, o impacto na produtividade tende a ser pequeno”, afirma.

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Os municípios com maiores índices de infestação foram Jacinto Machado, no Sul do Estado, São José do Cerrito, no Planalto Sul, além de Campos Novos, Arroio Trinta, Guatambu, Irati e Guaraciaba no Grande Oeste catarinense. Já as infecções com os vírus do rayado-fino e do mosaico estriado se concentraram em lavouras do Planalto Sul e do Oeste, nas cidades de São José do Cerrito, Irati, Bom Jesus do Oeste e Tunápolis e também em Guatambu, onde as amostras também detectaram a presença da bactéria do espiroplasma do enfezamento pálido.

Foto: Reprodução/Secom SC

Maria Cristina ressalta que o foco dos agricultores deve estar voltado para o manejo pós-colheita, realizando a regulagem correta das máquinas para evitar a emergência do milho tiguera, eliminação de plantas voluntárias, impedindo que a população remanescente possa migrar para novos plantios. 

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Por: Karin Helena Antunes de Moraes, jornalista bolsista na Epagri/Fapesc

Informações para a imprensa

Isabela Schwengber, assessora de comunicação da Epagri

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(48) 3665-5407/99661-6596